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15 fatos sobre vagina que você nem imagina

1. Vagina é só um pedacinho do órgão reprodutor feminino

Popularmente as pessoas chamam o órgão reprodutor feminino de vagina, mas, segundo este artigo do site do Dr. Drauzio Varella, cientificamente a vagina é só um pedacinho disso tudo, mais especificamente o canal que vai dos pequenos lábios até o colo do útero. Se a gente está falando só da parte externa do órgão, o nome tecnicamente correto seria vulva. 

2. Dois terços das mulheres jovens têm VERGONHA de falar os termos vagina e orgasmo para seus médicos. 

Uma pesquisa da Eve Appeal, um fundo de pesquisa de câncer, revelou que quase 66% das mulheres entre 18 e 24 anos têm vergonha de falar as palavras vagina para profissionais da área médica e esse pode ser um dos fatores pelos quais a maioria delas preferem buscar diagnóstico para seus problemas sexuais na internet (57%) a buscar ajuda médica presencial. E às vezes quando isso acontece já é tarde demais.

3. Existe uma discussão se a imprensa deve ser 100% fiel à terminologia técnica. 

Se a gente deixar o lado técnico correto um pouco de lado - que seria vulva - e todo mundo achar normal escutar e falar “vagina”, talvez as meninas tenham menos vergonha de falar sobre suas partes íntimas entre si e com os outros. Existe uma longa discussão sobre a melhor terminologia, inclusive por um ângulo feminista. Você pode ler um pouco mais sobre o assunto nesse artigo do Huffington Post. Neste post, optamos por usar o termo vagina mesmo.

4. Uma das primeiras menções à palavra vagina em um filme provavelmente foi em um vídeo da Disney. 

Um vídeo educativo da Disney de 1946 foi provavelmente um dos primeiros filmes em que a palavra “vagina” foi falada. “The Story of Menstruation” traz uma explicação básica do que seria e para que serve a menstruação com a ajuda de diagramas. Você pode assisti-lo aqui.

5. Apenas 35% das mulheres são capazes de atingir o orgasmo só com penetração.

Segundo o professor Kim Alley da Universidade de Emery, aparentemente tudo é uma questão do posicionamento do clitóris: quem tiver o clitóris a menos de 2,5 cm da uretra deve conseguir chegar ao orgasmo com a penetração. Mas se o clitóris estiver a mais de 3 cm da uretra, provavelmente não vai rolar orgasmo só com penetração.

6. Apenas 1/4 do clitóris é visível.

Um clitóris completo tem cerca de 10 cm, mas apenas 1/4 de sua extensão, o “sininho”, é visível a olho nu, o restante está escondido no interior da vagina. O modelo 3D da imagem acima pode ajudar a ter uma ideia de sua extensão e onde exatamente ele fica localizado.

7. A vagina tem mais semelhanças com o pênis do que você imagina.

Segundo a ginecologista Flávia Fairbanks, até mais ou menos a sexta semana de vida intrauterina, o pênis e o clitóris são idênticos e isso inclusive que inclusive impossibilita identificar se um feto é masculino ou feminino olhando exclusivamente para parte genital e só depois desse período começam a se diferenciar. “Do ponto de vista de terminações nervosas, de capacidade de excitação, de resposta sexual, prazer sexual, as estruturas são sim muito semelhantes”, conta.

8. O orgasmo das mulheres é mais longo que o dos homens.

O orgasmo feminino pode durar de 10 a 30 segundos e, na comparação com o orgasmo masculino, sempre será mais longo. Tudo isso é possível graças às mais de oito mil terminações nervosas que a mulher tem no clitóris, quase o dobro da quantidade que um homem tem no pênis.

9. A vagina tem o pH bem semelhante ao do vinho.

O pH aproximado de uma vagina saudável de uma mulher durante a fase adulta é 4.5, enquanto que o da maioria dos vinhos varia 3.0 e 4.0. Já o sêmen tem pH aproximado de 8.0, que é próximo ao pH da água (entre 6.7 to 7.4).

10. A vagina é totalmente autolimpante!

O design da vagina é tão perfeito que ela é capaz de se autolimpar por meio do descarte de secreções. E, diferente do que se imagina, pegar muito pesado no sabonete íntimo ou em soluções antissépticas pode deixá-la mais vulnerável do que protegê-la de infecções!

11. E o hímen não serve pra muita coisa.

Os especialistas ainda não entraram em consenso sobre a funcionalidade (ou a falta de) do hímen. Por enquanto, ele não é exatamente confiável como atestado de virgindade. “É extremamente comum ele ser rompido na primeira relação sexual com penetração. No entanto, é muito importante a gente lembrar que muitas meninas acabam tendo práticas sexuais, inclusive com parceiros, em que não acontece a penetração” exemplificou a Dra. Flávia Fairbanks.

12. Você dificilmente vai perder alguma coisa dentro da vagina.

Um absorvente interno ou uma camisinha mal utilizada dificilmente vão ficar perdidos por muito tempo. A entrada para o útero é muito pequena para que algo se perca pelo seu corpo, a não ser que você esteja para dar a luz. Então, mesmo que você ache que perdeu algo *lá,* tudo deve ser expelido naturalmente nas próximas vezes que você usar o banheiro.

13. Uma vagina que já pariu um bebê não terá tamanho muito diferente das que não pariram.

Segundo dados de uma pesquisa publicada em 1996, não há diferença entre o tamanho de vaginas de mulheres que tiveram bebês e as mulheres que não tiveram.

14. Se uma mulher fizer sexo grávida, o pênis do parceiro NÃO vai entrar em contato com o bebê.

Existem múltiplas camadas entre a vagina - onde acontece de fato a relação sexual - e o bebê. “Entre os dois tem o colo do útero, revestido por um tecido próprio. Dentro do colo do útero, tem o tampão mucoso, que só sai perto do momento do parto, e ainda tem a bolsa das águas, o próprio líquido amniótico. Só então vem o bebê. Não há risco, a não ser em caso de contra-indicação médica”, assegura a ginecologista Flávia Fairbanks.

15. A vagina mais forte do mundo ganhou este recorde ao fazer um levantamento de 12 quilos!

O assoalho pélvico, o conjunto de músculos que dão suporte aos intestinos, bexiga e órgãos sexuais, é surpreendentemente forte. E, como qualquer conjunto muscular, pode ser fortalecido com exercícios do tipo Kegels, tornando-se capaz até de levantar coisas, acopladas a ganchos, por exemplo.

A recordista de levantamento de peso com a vagina é uma russa chamada Tatiata Kozhevnikova. Ela conta que começou a exercitar a área há mais de 20 anos, após sentir que os músculos de sua vagina mais fracos após o nascimento de seu primeiro filho. Ela tem até um canal no YouTube no qual ensina truques para a exercitar a vagina. Pena que não dá pra entender nada porque naturalmente está em russo. 

Fonte: Buzzfeed

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